segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Química dos Alimentos - Conheça os agentes preservativos

Para evitar a ação do tempo nos alimentos, as indústrias se valem de agentes que preservam a integridade do produto, aumentando a sua data de validade. Existem dois grandes grupos: os antioxidantes e os antimicrobiais. 

Os antioxidantes são compostos que previnem a deterioração dos alimentos por mecanismos oxidativos. A oxidação envolve a adição de um átomo de oxigênio ou a remoção de um átomo de hidrogênio das moléculas que constituem os alimentos. 

São dois os principais tipos de oxidação: a auto-oxidação dos ácidos graxos insaturados (aqueles que contém uma ou mais ligações duplas nas cadeias alquílicas) e a oxidação catalizada por enzimas. No primeiro caso, a reação envolve as ligações duplas do ácido graxo com o oxigênio molecular (O2). Os produtos desta reação, chamados radicais-livres, são extremamente reativos, produzindo compostos responsáveis pelo mau odor e pela rancificação do alimento. 

Clique aqui e cadastre-se para receber novidades por e-mail

Os compostos que reagem com os radicais livres podem reduzir a velocidade da auto-oxidação. Estes antioxidantes incluem os naturais, tais como o tocoferol (vitamina E) e os sintéticos, tais como o BHA e BHT, ambos derivado do fenol.

As funções de alguns aditivos, além de complexas, são múltiplas. É o que ocorre com a vitamina D que, quando adicionada ao leite, além de torná-lo mais nutritivo, melhora a absorção de íons cálcio pelo organismo. 

Outro exemplo é a Vitamina C (ácido ascórbico). É um agente nutricional e antioxidante: como ácido ascórbico é facilmente oxidado pelo ar, este sofre a oxidação em preferência ao alimento, preservando a sua qualidade.

A oxidação dos alimentos também pode ser causadas por reações enzimáticas específicas. Basta cortar uma maça ou uma banana, por exemplo, que enzimas chamadas fenolases rapidamente catalisam a oxidação de certas moléculas (tirosina, um amino-ácido), deixando a face exposta com uma cor escura. Este "bronzeamento enzimático" leva à formação de pigmentos, tais como a melanina. Os antioxidantes que inibem este tipo de oxidação incluem agentes que se ligam ao oxigênio livre (tal como o ácido ascórbico) ou agentes que inibem a atividade enzimática, tais como o ácido cítrico e sulfito de sódio.

Além de processos oxidativos, o crescimento de microorganismos, como fungos e bactérias, também pode ser prejudicial para a qualidade do alimento. Juntamente com outras técnicas, tal como embalagens hermeticamente fechadas e refrigeração, várias substâncias químicas são utilizadas como agentes antimicrobiais. O cloreto de sódio, ou sal de cozinha, é provavelmente o mais antigo destes agentes. Ácidos orgânicos, tais como o acético, benzóico, propanóico e o ácido sórbico, são usados como antimicrobiais em alimentos com pH baixo. Nitratos e nitritos são usados para inibir o crescimento da bactéria Clostridium botulinum em alimentos que contém carne crua, tais como a linguiça, o presunto, o bacon e o salame. Dióxido de enxofre e sulfitos são usados para controlar o crescimento de microorganismos em frutas secas, sucos e vinhos. Nisin e natamicina são usados para inibir o crescimento de bactérias e fungos.

Este conteúdo faz parte de uma apostila de minha autoria denominada "Química de Alimentos".

Se você leu o livro “À Procura da Felicidade” do Chef Paulo Carvalho, deve saber que quando ele teve seu insight e sua visão de futuro, vendo-se trabalhando com gastronomia até o resto de sua vida, descobrindo, portanto, seu talento, deu início a pesquisas sobre o tema e criou uma série de “Apostilas” que foram seus primeiros estudos sobre gastronomia.

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Química dos Alimentos”. Claro que o conhecimento profundo sobre a química dos alimentos não é uma atribuição de um chef de cozinha, mas o Chef decidiu que deveria aprender sobre o assunto para melhor entender os processos químicos que ocorrem na preparação dos alimentos.

Nesta Apostila você vai compreender melhor componentes dos alimentos como:

Carboidratos;
Proteínas;
Lipídeos;
Sais minerais;
Vitaminas;
Pigmentos;
Aditivos;
Métodos de conservação dos alimentos; e
Microorganismos úteis, deteriorantes e patogênicos.

Com certeza trata-se de um material que vai lhe ajudar muito a aprender mais sobre este intrigante mundo, que é a química dos alimentos. Seja para você que deseja aprender mais, para cozinhar melhor para seus amigos e família, ou para você que deseja se profissionalizar, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!

Esta série de Info-Produtos é composta pelas demais apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

As apostilas contêm o teor original de quando foram criadas pelo Chef, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria seu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidiu mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como você pode ver, conforme texto retirado de seu livro, o qual afirma que: “Neste mesmo instante, já defini o nome do restaurante – Chardonié – nome associado a uma uva bastante conhecida no mundo inteiro. Elaborei também, na mesma hora, o logotipo que teria o meu restaurante no futuro. Coloquei este logotipo na capa da apostila “Receitas e histórico de pratos clássicos internacionais”, a qual foi minha primeira pesquisa na área gastronômica”.

Bons Estudos!

Leia Também:

Conheça melhor o champanhe

Receita de pernil com coca-cola

Como manter a paixão pelo que fazemos profissionalmente

Gostou? Então deixe o seu



 Comentário abaixo :-)



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Técnicas Gastronômicas - Como preparar leguminosas

Há uma ampla variedade de cores, formas e tamanhos de feijão, ervilha e lentilhas secas. 

Alguns dos mais comuns são: o feijão-branco, de grãos de tamanho grande a médio, em forma de rim; o feijão comum, de grãos médios, lisos, com formato de rim, brilhantes, marrom-avermelhados, amarelados ou pretos; o andu ou guandu, de grãos pequenos e arredondados, verde-claros; o feijão-azuki, grãos pequenos, ovais, lisos, brilhantes e marrom-escuros; o feijão-jalo, de tamanho médio, em forma de rim, de cor marrom-amarelada quando cru e marrom-claro depois de cozido, sendo muito macio e saboroso; o feijão-rajado, grãos pequenos e ovais, lisos, bege com manchas marrons; o feijão-fradinho, grãos pequenos, ovais, lisos, de cor creme, com pequena pinta preta e centro creme de um lado; o feijão-manteiga, de grãos grandes, ovais ou redondos, achatados e esbranquiçados; o feijão-pintado, grãos grandes brancos e pintados de vermelho; o feijão-preto, grãos pequenos, ovais, lisos, brilhantes e negros, muito usado no Brasil.

Grão de bico: grãos de tamanho médio, redondos, superfície um tanto irregular, bege-queimado.

Ervilhas secas: pequenas, redondas ou partidas ao meio, podem ser verde-acinzentadas ou amarelas; lentilhas, muito pequenas, em forma de disco, lisas, podem ser verde-acastanhadas, laranja-avermelhadas ou amarelas. 


Os grãos são de preparo fácil e podem ser servidos de muitas formas - refogados, cozidos, em sopas, ensopados e saladas. O tempo de cozimento, para a maioria dos grãos, é de cerca de 40 minutos a 2 horas. As lentilhas cozinham em menos de 30 minutos. Os grãos são bastante consumidos no dia-a-dia de muitas famílias, mas ainda existem muitas dúvidas quanto ao seu preparo. 

Assim, a Técnica Gastronômica de hoje é "Como preparar leguminosas". Não são receitas, pois cada pessoa tem um gosto pessoal para temperar as leguminosas, mas sim de procedimentos que devem ser tomados para seu preparo.  

Vamos a técnica:

1 - Escolha os grãos para retirar pedrinhas e sujeiras e lave bem.

2 - Para pôr feijão e ervilha de molho: deixe de molho no mínimo 4 horas ou de véspera. As lentilhas não precisam ficar de molho. Um método alternativo rápido é colocar o feijão ou as ervilhas secas numa panela com água, ferver por 2 minutos e depois deixar de molho por 1 hora. O grão-de-bico, porém, precisa mesmo ficar de molho de véspera.

3 - Seja qual for o método escolhido, escorra os grãos e enxágüe-os bem. Estão prontos para serem cozidos de acordo com a receita. 

4 - Para cozinhar: coloque o feijão, lentilhas ou ervilha já escorridas numa panela com água fria (3 partes de água para 1 de grãos) e deixe levantar fervura. Tampe, diminua o fogo e deixe cozinhar até ficarem macias.

Pronto, agora você já sabe como preparar feijões, ervilhas ou grão de bico! 


Se você leu o Livro "À procura da felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia. 

Pois bem! Este E-Book é a "Apostila Coquetéis", a qual fala, obviamente, sobre “Coquetéis”. A apostila contêm o teor original de quando foi criada por mim em meu início de carreira, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria meu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidi mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como descrito em meu livro.

Nesta Apostila você vai encontrar: 

Histórico e utilidade dos coquetéis;
Tipos de coquetéis;
Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

Seja para você que deseja aprender para degustar em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento! 


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:



Gostou? Então deixe o seu

 Comentário abaixo :-)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Minha Receita de Lasanha à Bolonhesa

Hoje eu trago para vocês um dos meus pratos prediletos - a Lasanha à Bolonhesa. Aliás, é o prato predileto de muitas pessoas, até de pessoas famosas como a Luana Piovani e de personagens inesquecíveis como o Garfield. Quem nunca ficou com vontade de comer uma lasanha enquanto assistia seus desenhos animados ou filmes.

A história da Lasanha à Bolonhesa é a seguinte: no início, a massa (lasanha) era cortada em forma de quadrados ou losangos e cozidas em caldos. No século 16, na cidade de Bologna, cozinheiros construíram um prato em que as lasagnas eram colocadas em camadas, levando recheio entre uma elas. Esse recheio era denominado balsamella, o atual bechamel. Por volta de 1720, na região da Sicília, mulheres de pescadores e carreteiros realiram uma nova combinação. Elas untaram uma vasilha com azeite e intercalaram uma camada da massa com uma mistura de tomates, sal, manjericão e atum. No fim do século 18, em Bologna, os mestres-cucas criaram um tipo de massa esverdeada que continha espinafre e eram combinadas com um molho de carne moída, balsamella, e fatias de mozzarela entre cada lâmina, dando origem a lasanha à bolonhesa.

Clique aqui e cadastre-se para receber novidades por e-mail

Bom, sem mais delongas, vamos à receita:

Você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Para o molho à bolonhesa:
- 1/2 xícara (chá) de azeite
- 01 cebola picada
- 500 g de carne moída
- 100 g de funghi secos picados e hidratados
- 02 tomates maduros picados
- 03 dentes de alho 
- orégano à gosto

Para a massa:
- 500 g farinha de trigo
- 03 ovos 
- Sal à gosto

Para o molho bechamel:
- 03 colheres (sopa) de manteiga
- 03 colheres (sopa) de farinha de trigo 
- 350 ml de leite 
- Sal à gosto
- Pimenta-do-reino preta à gosto
- Noz-moscada à gosto 

Para a finalização:
- Manteiga para untar
- 100 g de parmesão ralado
- 100 g de manteiga

Prepare a massa: peneire a farinha sobre uma superfície lisa, formando um monte. Abra uma cavidade no centro e quebre os ovos dentro. Adicione o sal. Trabalhe a massa com as mãos, incorporando a farinha das bordas para o centro até obter uma massa homogênea e compacta. Sove por alguns minutos, enrole em um pano umedecido e deixe descansar por cerca de uma hora. Abra a massa com um rolo até a espessura desejada e corte em tiras largas. 

Prepare o molho à bolonhesa: em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho até dourar. Adicione a cebola e refogue até ficar transparente. Junte a carne moída e os funghi e refogue até escurecer. Junte o sal. Adicione os tomates e a água. Tampe e cozi­nhe em fogo baixo por 45 minutos, acrescentando água, se necessário. Junte o orégano e deixe ferver mais 5 minutos. 

Prepare o molho bechamel: leve uma panela ao fogo, der­reta a manteiga e acrescente a farinha de trigo, até formar uma pasta. Vá adicionando o leite aos poucos, mexendo vigorosamente, para evitar a formação de grumos. Cozinhe por mais 8 minutos e acerte o sal e a pimenta. Junte a noz-moscada. 

Finalização: unte um refratário com manteiga e coloque-o dentro de uma assadeira. Cubra o fundo do refratário com uma camada de bechamel e alterne camadas de massa, molho à bolonhe­sa, queijo parmesão e bechamel até encher a forma. Finalize polvilhando parmesão. Coloque pedacinhos de manteiga sobre o queijo e leve ao forno a 200 °C por cerca de 20 minutos para gratinar.

Então, imagine como seria viver sem a cozinha italiana, mesmo para nós brasileiros. 



Esta receita está presente em meu livro"À procura da felicidade".

A idéia de escrever um livro descrevendo minha trajetória em busca da felicidade e os passos que segui para atingir o sucesso profissional e financeiro não é recente. Ela vem desde quando iniciei outros projetos, nos quais achava que teria sucesso profissional e financeiro, contudo fracassei, ou, por outro lado, aprendi algo muito importante: para ter sucesso profissional e financeiro e ser feliz, em primeiro lugar, deve-se fazer aquilo que se gosta e não tentar buscar metas só porque dizem que você deve ter um objetivo na vida. Era o que ocorria com os meus projetos anteriores.


Mas como você pode descobrir o que gosta e aceitar que aquilo que você tem o faz feliz? Como você pode ter certeza se o que você está gostando neste momento não vai passar e você voltará a uma procura que parece não ter fim? De que forma reter o que você conquista sem medo de perder? Como surge o “insight”, onde você se torna capaz de entender seus problemas e finalmente encontrar uma solução, descobrindo o que deseja fazer pelo resto de sua vida? Afinal, existe realmente algo que as pessoas possam desejar fazer pelo resto de suas vidas, ou tudo depende do momento em que se vive? São questões como estas que procuro responder neste livro, descrevendo minha trajetória em busca da felicidade e os passos que segui rumo ao sucesso profissional e financeiro.

Você perceberá que minhas estratégias funcionaram para mim e poderá aplicá-las em sua vida, se sucesso profissional e financeiro e felicidade é o que você procura, porque convenhamos, existem pessoas que vivem sem objetivos na vida e aceitam que a felicidade é impossível de atingir. Apenas vivem o dia-a-dia sem se importar com estas questões. Contudo, quero enfatizar que não estou criticando estas pessoas, pois cada um tem o direito de fazer da vida o que bem entender.

Houve uma época em que pensei que viveria melhor assim – sem objetivos e vivendo sem realizações – pelo menos não sofreria frustrações. Ainda bem que só pensei. É que tinha um amigo que vivia assim e parecia contente, ao menos parecia.

Também existem pessoas que têm sonhos, mas não estão dispostas a transformá-los em objetivos. Sonhos são coisas que a pessoa deseja, mas não exigem uma busca contínua pelos mesmos. Por outro lado, objetivos tem prazos determinados para serem atingidos. Sonhos não envolvem comprometimento, sendo coisas que as pessoas desejam, mas não sabem se vão realizar. O fato de não saber se vão realizar pode as tornar infelizes. Quantas vezes você já ouviu alguém dizer “é o meu sonho”, mas permanecem estáticas. 

O tempo passa, e algum dia elas vão olhar para traz e pensar que já é tarde para correr atrás de seus sonhos e isso poderá lhes trazer tristeza e resignação. Algumas pessoas não transformam seus sonhos em objetivos, por que têm medo de pagar o preço, achando que será muito alto e não conseguirão atingir. Para atingir nossos objetivos, precisamos acreditar de verdade que temos o poder de conseguir a vida que desejamos e ser plenamente felizes.

Precisamos acreditar de verdade que somos donos de nosso destino. Algumas pessoas acreditam em destino e outras não, mas, se existe destino, precisamos acreditar que nosso destino é ser, ter e nos sentirmos exatamente como desejamos, nada menos que isso, pois merecemos o melhor em todos os aspectos da vida. Mostrarei neste livro que todos podem atingir o sucesso profissional e financeiro e ser feliz, pois cada um tem o seu jeito de chegar lá e a sua noção pessoal de felicidade e sucesso.

Já ouvi dizer que a felicidade é como uma cenoura pendurada por um fio e amarrada em nosso corpo e com algum esforço podemos dar uma mordidinha ora ou outra. Contudo, a cenoura continua, na maior parte do tempo, inacessível e nos fazendo correr atrás dela sem muito sucesso.

Na verdade, não há uma fórmula para a felicidade, pois cada um tem a sua maneira de reagir conforme as situações que surgem na vida, mas existem alguns princípios e conquistas que grande parte da humanidade almeja.

Podemos citar entre estas conquistas o fato de que a grande maioria das pessoas deseja ter uma casa própria, um carro e um bom emprego ou fonte de renda que lhe permita manter estes bens, bem como usufruir de segurança, educação e lazer.

Acredito que existe diversos tipos de sucesso que uma pessoa pode atingir e que a faz feliz, como o sucesso na família, nos relacionamentos, em seu bem-estar, mas, convém ressaltar, antes do início da leitura, que sempre que o leitor encontrar a palavra “sucesso” no decorrer deste livro, diz respeito ao sucesso profissional e financeiro.

Você pode adquirir meu livro clicando neste link: Livro "À procura da felicidade".

Você pode gostar também dos seguintes artigos: 


Como manter a paixão pelo que fazemos

Como as ervas aromáticas podem mudar o visual de seus pratos


Gostou? Então deixe o seu



 Comentário abaixo :-)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O que você vai tomar no seu Happy Hour hoje - Que tal um Dry Martini

Como hoje é Sexta-Feira e acredito que a maioria das pessoas não vê a hora do expediente acabar para fazer aquele agradável Happy Hour com os amigos, decidi publicar a receita de um coquetel. 

Claro que preparar coquetéis não é uma atribuição de um chef de cozinha, mas quando iniciei minha carreira, achei que deveria aprender sobre o assunto, para melhor harmonizar pratos com as bebidas tomadas antes, durante e depois das refeições. 

Por isso, vou compartilhar todas as receitas de coquetéis de que disponho com vocês! Espero que gostem! Para hoje, temos a receita e história do Dry Martini, o mais clássico, o mais amado e o mais pedido drinque do mundo e a bebida predileta de James Bond.

E você, o que está planejando tomar em seu Happy Hour hoje a noite! Já pode ir se imaginando, sentado em uma mesa e degustando um Dry Martini! Vamos à Receita: 

Clique aqui e cadastre-se para receber novidades por e-mail 

INGREDIENTES: 
1 dose de Gim;
5 gotas de Vermute;
6 pedras de gelo. 

MODO DE PREPARO:
Primeiramente, deixe no congelador por alguns minutos uma taça de haste fina e de borda delicada. Enquanto isso, prepare o drinque num copo-misturador, mais conhecido como mixing glass. Ponha entre quatro a seis pedras de gelo inteiras - evite pedaços picados, que derretem facilmente. Gele bem o copo e escorra o excesso de água. Despeje sobre o gelo uma dose generosa de gim (inglês, de preferência). Pingue sobre o gim, cinco gotas de vermute, de preferência o clássico francês Noilly Pratt. Com uma colher longa (bailarina), dê algumas mexidas rápidas e vigorosas. Lembre-se: o drinque é apenas mexido, nunca batido. Tire a taça do congelador e, usando um coador de bar, despeje o drinque na taça. O Dry Martini é sempre servido sem o gelo. Para decorar, corte uma fina casca de limão, retirando a polpa branca. Em seguida, torça a casquinha de modo que o sumo do limão caia sobre a mistura. Passe a casca em toda a borda da taça e jogue-o fora. Espete uma azeitona verde em um palito, coloque-a no fundo da taça e sirva.

HISTÓRIA DO COQUETÉL
No fundo do copo, uma azeitona. E muita, muita classe. foi inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker de Nova York pelo barman Martini de Arma di Taggia. Ao atender o pedido do magnata norte-americano John D. Rockefeller, que desejava algo simples mas diferente, Martini, com a sua nova criação, acabaria agradando em cheio ao ricaço e aos demais freqüentadores do lugar. Foi a partir dali que a mistura ganhou o mundo como uma bebida excitante, elegantérrima, saboreada por gente de muita classe. 

Até hoje, no entanto, há uma grande polêmica sobre a sua receita original. Em uma de suas passagens pelo célebre Harry's Bar, de Veneza, a escritora britânica Angela Carter (1940-1992) se saiu com a seguinte pérola sobre o seu preparo: "Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um Dry Martini. Eu garanto: em menos de 5 minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gim e vermute está errada". Esta questão, aliás, não chega a ser esclarecida no livro do expert americano John Doxat, Stirred, Not Shaken ( "Mexido, Nunca Agitado", em português). Ele sugere que a proporção ideal do vermute, para uma dose de gim, é apenas a da sombra da garrafa sobre o copo - ou seja, um "cheiro" apenas, quase nada de vermute. 

Se você leu o Livro "À procura da felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia. 

Pois bem! Este E-Book é a "Apostila Coquetéis", a qual fala, obviamente, sobre “Coquetéis”. A apostila contêm o teor original de quando foi criada por mim em meu início de carreira, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria meu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidi mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como descrito em meu livro.

Nesta Apostila você vai encontrar: 

Histórico e utilidade dos coquetéis;
Tipos de coquetéis;
Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

Seja para você que deseja aprender para degustar em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

Leia Também: 

Classificação dos coquetéis


Como um profissional se torna a alma do estabelecimento

Como descobrir seu talento

Gostou? Então deixe o seu


 Comentário abaixo :-)


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Conheça a Cozinha Italiana

A cozinha Italiana é uma das minhas prediletas. Talvez este gosto esteja relacionado à minha infância. Cresci comendo macarrão e polentas, acompanhados de molhos deliciosos feitos pela minha mãe, irmãs e tias, sem contar com as pizzas no final de semana. Bom, as pizzas vieram bem mais depois. E você, quando se fala em cozinha italiana, qual o primeiro prato que lhe vem à cabeça?

Quando fui a Itália pela primeira vez, mais especificamente em Verona, pude perceber que a comida italiana que comemos no Brasil é boa, mas não se compara a feita em restaurantes e pizzarias italianas.


A Itália apresenta uma gastronomia simples, mas com muita riqueza de sabores. Os italianos sabem dar às suas preparações um ar familiar, fazendo suas receitas com muito amor e respeito pela arte culinária e dando sempre preferência a ingredientes frescos e da estação. Os pratos italianos mais conhecidos são as massas e as pizzas, devido à fácil preparação e utilizar ingredientes disponíveis em qualquer país, o que colabora para divulgar a cozinha italiana pelo mundo.

A Itália dispõe de 20 regiões e cada uma delas apresenta características culinárias distintas. A região montanhosa do Piemonte apresenta um ingrediente muito famoso – as trufas brancas de Alba. Na costa encontra-se a Ligúria, região em que podemos encontrar o Porto de Gênova e saborear muitos peixes e frutos do mar. Na Lombardia são produzidos queijos famosos mundialmente como o mascarpone, taleggio e o gorgonzola. As regiões ao norte trazem outros pratos famosos mundialmente como o risoto, o nhoque e a polenta.

A região da Emília Romana e da Toscana são as mais importantes gastronomicamente para o país. Nestas regiões são produzidos o presunto de Parma, a mortadela de Bolonha, o queijo parmesão e o vinagre balsâmico de Modema.

Na gastronomia Italiana são valorizados da mesma forma, os pratos de carne e os de peixe. Uma refeição italiana tem início com os antipastos – pratos leves como saladas ou sopas – servindo-se em seguida um primeiro prato, composto de massa, polenta ou arroz. Em seguida são servidas as carnes ou peixes, guarnecidos de hortaliças. Como sobremesas encontramos frutas ou sobremesas típicas italianas como o Tiramissu.

A origem da pizza se relaciona com a chegada do tomate ao país no século XVI, e no ano de 1830 foi aberta a primeira pizzaria, que funciona até os dias de hoje, ou seja, a famosa Ántica Pizzeria Port’Alba.

A origem da massa é controversa, havendo relatos que no século 1 a.C já se fazia uma massa de tiras largas parecida com a lasanha, sendo o imperador Cícero um dos apreciadores. Mas a versão mais aceita é de que teria surgido como alimento elaborado entre os séculos 10 e 11 em uma localidade próxima a Palermo, sendo difundida pelo país e em Gragnano foi descoberto o método de secá-la e conservá-la, dando início à produção industrial e seu escoamento do porto de Gênova para o mundo.

A cozinha italiana também conta com massas rústicas para pão como a focaccia, a qual é apenas condimentada com cebola ou ervas aromáticas; a ciabatta e a bruschetta – pão tostado com alho.

Então, imagine como seria viver sem a cozinha italiana, mesmo para nós brasileiros. 


Hoje gostaria de indicar um info-produto de minha autoria. Trata-se da "Apostila Churrascos". 

Se você leu meu livro "À Procura da Felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia.

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Churrascos”. Na minha opinião, um bom profissional precisa saber preparar tanto pratos sofisticados da cozinha internacional, como também pratos tradicionais locais ou rústicos como o churrasco dos gaúchos.

Nesta Apostila você vai encontrar:

Definição carne;
Principais tipos de carne;
Valor nutricional da carne;
Cuidados na compra;
Descrição dos cortes nobres;
As partes do boi; e

As seguintes receitas de churrascos:

Picanha recheada;
Panceta grelhada;
Picanha nobre;
Costela de ripa no bafo;
Paleta recheada;
Cordeiro no espeto;
Chuleta na grelha;
Fraudinha no alho;
Salmão grelhado com purê de peras;
Drummets e tulipas com limão e mel;
Capa de filé ao vinho e suco de laranja;
Lombo de porco;
Tender com manteiga e mel;
Costelinha suína ao conhaque;
Pernil com coca-cola;
Peito de chester grelhado;
Tainha recheada com farofa de vôngole;
Sardinha na brasa;
Coxas embebedadas;
Matambre recheado;
Bisteca de porco grelhada;
Rabada ao forno no celofane;
Espeto de carne moída com bacon;
Cupim recheado com bacon;
Costelão de leitão pururuca;
Leitão a pururuca;
Mero grelhado ao vinho branco;
Picanha de forno;
Músculo com bacon; e
Alcatra recheada.

Esta apostila vai lhe ajudar a fugir da mesmice quando o assunto for o churrasco do final de semana!

Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.