sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

O que você vai tomar no seu Happy Hour hoje - Que tal um Dry Martini

Como hoje é Sexta-Feira e acredito que a maioria das pessoas não vê a hora do expediente acabar para fazer aquele agradável Happy Hour com os amigos, decidi publicar a receita de um coquetel. 

Claro que preparar coquetéis não é uma atribuição de um chef de cozinha, mas quando iniciei minha carreira, achei que deveria aprender sobre o assunto, para melhor harmonizar pratos com as bebidas tomadas antes, durante e depois das refeições. 

Por isso, vou compartilhar todas as receitas de coquetéis de que disponho com vocês! Espero que gostem! Para hoje, temos a receita e história do Dry Martini, o mais clássico, o mais amado e o mais pedido drinque do mundo e a bebida predileta de James Bond.

E você, o que está planejando tomar em seu Happy Hour hoje a noite! Já pode ir se imaginando, sentado em uma mesa e degustando um Dry Martini! Vamos à Receita: 

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INGREDIENTES: 
1 dose de Gim;
5 gotas de Vermute;
6 pedras de gelo. 

MODO DE PREPARO:
Primeiramente, deixe no congelador por alguns minutos uma taça de haste fina e de borda delicada. Enquanto isso, prepare o drinque num copo-misturador, mais conhecido como mixing glass. Ponha entre quatro a seis pedras de gelo inteiras - evite pedaços picados, que derretem facilmente. Gele bem o copo e escorra o excesso de água. Despeje sobre o gelo uma dose generosa de gim (inglês, de preferência). Pingue sobre o gim, cinco gotas de vermute, de preferência o clássico francês Noilly Pratt. Com uma colher longa (bailarina), dê algumas mexidas rápidas e vigorosas. Lembre-se: o drinque é apenas mexido, nunca batido. Tire a taça do congelador e, usando um coador de bar, despeje o drinque na taça. O Dry Martini é sempre servido sem o gelo. Para decorar, corte uma fina casca de limão, retirando a polpa branca. Em seguida, torça a casquinha de modo que o sumo do limão caia sobre a mistura. Passe a casca em toda a borda da taça e jogue-o fora. Espete uma azeitona verde em um palito, coloque-a no fundo da taça e sirva.

HISTÓRIA DO COQUETÉL
No fundo do copo, uma azeitona. E muita, muita classe. foi inventado em 1910, no Hotel Knickerbocker de Nova York pelo barman Martini de Arma di Taggia. Ao atender o pedido do magnata norte-americano John D. Rockefeller, que desejava algo simples mas diferente, Martini, com a sua nova criação, acabaria agradando em cheio ao ricaço e aos demais freqüentadores do lugar. Foi a partir dali que a mistura ganhou o mundo como uma bebida excitante, elegantérrima, saboreada por gente de muita classe. 

Até hoje, no entanto, há uma grande polêmica sobre a sua receita original. Em uma de suas passagens pelo célebre Harry's Bar, de Veneza, a escritora britânica Angela Carter (1940-1992) se saiu com a seguinte pérola sobre o seu preparo: "Se algum dia você vier a se perder na selva africana, nada de desespero. Sente-se sobre uma pedra e comece a preparar um Dry Martini. Eu garanto: em menos de 5 minutos vai aparecer alguém dizendo que a dosagem de gim e vermute está errada". Esta questão, aliás, não chega a ser esclarecida no livro do expert americano John Doxat, Stirred, Not Shaken ( "Mexido, Nunca Agitado", em português). Ele sugere que a proporção ideal do vermute, para uma dose de gim, é apenas a da sombra da garrafa sobre o copo - ou seja, um "cheiro" apenas, quase nada de vermute. 

Se você leu o Livro "À procura da felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia. 

Pois bem! Este E-Book é a "Apostila Coquetéis", a qual fala, obviamente, sobre “Coquetéis”. A apostila contêm o teor original de quando foi criada por mim em meu início de carreira, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria meu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidi mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como descrito em meu livro.

Nesta Apostila você vai encontrar: 

Histórico e utilidade dos coquetéis;
Tipos de coquetéis;
Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

Seja para você que deseja aprender para degustar em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

Leia Também: 

Classificação dos coquetéis


Como um profissional se torna a alma do estabelecimento

Como descobrir seu talento

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