quinta-feira, 3 de março de 2016

Conheça melhor a carne de frango

Na grande maioria das vezes, ingerimos as carnes, mais pela variedade preferida e ignoramos as propriedades nutritivas dos diversos tipos de carnes.

Cada tipo de carne apresenta peculiaridades nutritivas. 

A carne de frango é rica em proteínas, vitaminas, minerais e lipídios, além de servir como fonte de energia. Caracteriza-se pela presença de ferro e de vitaminas do complexo B, principalmente, a niacina, no músculo escuro, e a riboflavina, no músculo claro. Porém, possui a desvantagem da pele ser rica em colesterol. 

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A partir da carne de frango e da carne mecanicamente separada de frango, é possível se obter uma grande variedade de produtos, representados por patês, linguiças, empanados, hambúrgueres, “nugguets” e os embutidos cozidos, como as salsichas e as mortadelas.

Hoje gostaria de indicar um info-produto de minha autoria. Trata-se da "Apostila Churrascos". 


Se você leu meu livro "À Procura da Felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia.

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Churrascos”. Na minha opinião, um bom profissional precisa saber preparar tanto pratos sofisticados da cozinha internacional, como também pratos tradicionais locais ou rústicos como o churrasco dos gaúchos.

Nesta Apostila você vai encontrar:

Definição carne;
Principais tipos de carne;
Valor nutricional da carne;
Cuidados na compra;
Descrição dos cortes nobres;
As partes do boi; e

As seguintes receitas de churrascos:

Picanha recheada;
Panceta grelhada;
Picanha nobre;
Costela de ripa no bafo;
Paleta recheada;
Cordeiro no espeto;
Chuleta na grelha;
Fraudinha no alho;
Salmão grelhado com purê de peras;
Drummets e tulipas com limão e mel;
Capa de filé ao vinho e suco de laranja;
Lombo de porco;
Tender com manteiga e mel;
Costelinha suína ao conhaque;
Pernil com coca-cola;
Peito de chester grelhado;
Tainha recheada com farofa de vôngole;
Sardinha na brasa;
Coxas embebedadas;
Matambre recheado;
Bisteca de porco grelhada;
Rabada ao forno no celofane;
Espeto de carne moída com bacon;
Cupim recheado com bacon;
Costelão de leitão pururuca;
Leitão a pururuca;
Mero grelhado ao vinho branco;
Picanha de forno;
Músculo com bacon; e
Alcatra recheada.

Esta apostila vai lhe ajudar a fugir da mesmice quando o assunto for o churrasco do final de semana!


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

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quarta-feira, 2 de março de 2016

Conheça melhor o queijo Cottage

Segundo a lenda, o queijo teria sido descoberto por um dos filhos de Apolo, Aristeu, Rei de Arcádia. Se bem que se ignorem muitos pormenores sobre as origens exatas deste alimento, a História confirma a sua antiguidade. 

Com efeito, admite-se que tenha sido inventado antes da manteiga. Os Assírios, os Caldeus e os Egípcios e, posteriormente, os Grecos e os Romanos apreciavam o queijo, do qual fabricavam inúmeras variedades e cujas virtudes conheciam, pois utilizavam-no na alimentação dos soldados e atletas.

Mas hoje, vamos falar sobre um queijo que tem origem norte-americana. Trata-se do queijo cottage. Este queijo é elaborado com leite de vaca e apresenta massa ácida, de cor branca, sem forma e de textura cremosa e grumosa. 

Tem, no máximo, 15% de gordura, sendo um queijo ideal para quem faz dietas de controle de peso. Há marcas que possuem 5% de gordura, o menor teor entre os queijos. 

Usado para acompanhar o pão, substituindo a manteiga, em saladas e para preparações mais leves e com menos gordura. Para obter uma textura mais homogênea na preparação, peneire o queijo cottage antes de usá-lo.

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Já que estamos falando sobre queijos, gostaria de indicar uma apostila de minha autoria. Trata-se da Apostila Queijos

Se você leu o Livro "À procura da felicidade" do Chef Paulo Carvalho, deve saber que quando ele teve seu insight e sua visão de futuro, vendo-se trabalhando com gastronomia até o resto de sua vida, descobrindo, portanto, seu talento, deu início a pesquisas sobre o tema e criou uma série de “Apostilas” que foram seus primeiros estudos sobre gastronomia.   

Pois bem! Este E-Book é uma destas apostilas, a qual fala sobre “Queijos”. Na opinião do Chef, um bom profissional precisa conhecer os diversos tipos de queijos. Não apenas em teoria, mas degustar cada um deles, pois qualquer receita fica bem melhor quando adicionado o queijo certo.


As apostilas contêm o teor original de quando foram criadas pelo Chef, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria seu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidiu mais tarde pelo nome “Dupaolo”, sendo que “Du” quer dizer “Do” em francês e “Paolo” é “Paulo” em italiano, conforme texto retirado de seu livro: “Neste mesmo instante, já defini o nome do restaurante – Chardonié – nome associado a uma uva bastante conhecida no mundo inteiro. Elaborei também, na mesma hora, o logotipo que teria o meu restaurante no futuro. Coloquei este logotipo na capa da apostila “Receitas e histórico de pratos clássicos internacionais”, a qual foi minha primeira pesquisa na área gastronômica”.   

Nesta Apostila você vai encontrar:   

A origem e tipos de queijo; 

Descrição dos seguintes queijos: 
- Asiago; 
- Brie; 
- Caciocavallo; 
- Camembert; 
- Cotage;  
- Cream Cheese 
- Edam; 
- Emmenthal; 
- Gorgonzola; 
- Gouda; 
- Grana; 
- Gruyère; 
- Mascarpone; 
- Mussarela; 
- Parmeggiano; 
- Pecorino; 
- Provolone; 
- Queijo de Cabra; 
- Queijo de Minas; 
- Feta; 
- Roquefort;
 - Ricota; 
- Coalho; 
- Reblochon; e 
- Saint Paulin.  

Com certeza trata-se de um material que vai lhe ajudar muito a aprender mais sobre queijos. Seja para você que deseja aprender mais para cozinhar para sua família e amigos, ou para você que deseja se profissionalizar em Gastronomia, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento!



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Receita de Humita

Receita de Petit Gâteau

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terça-feira, 1 de março de 2016

A tradição do bacalhau em Portugal e no Brasil

Você tem ideia de como começou o consumo de bacalhau em Portugal ou no Brasil?

O bacalhau chegava a Portugal de várias formas. Até o meio do século XX, os próprios portugueses aventuravam-se pelos perigosos mares da Terra Nova, no Canadá, para a pesca do bacalhau. Nos finais do século XIX, as embarcações portuguesas enviadas à pesca do bacalhau eram de madeira e à vela, sendo praticada a pesca à linha. 

Tratava-se de uma prática muito trabalhosa, apenas rentável em regiões onde abundava o peixe. Este tipo de pesca era praticado a partir dos dóri: pequenas embarcações de fundo chato e tabuado rincado, introduzidas em Portugal nos finais do século passado.


Na pesca do bacalhau, tudo era duplamente complicado. Maus tratos, má comida, má dormida. Trabalhavam vinte horas, com quatro horas de descanso e isto, durante seis meses. A fragilidade das embarcações ameaçava a vida dos tripulantes. Quando chegava à Terra Nova ou Groenlândia, o navio ancorava e largava os botes. Os pescadores saíam do navio às quatro da manhã e só regressavam à mesma hora do dia seguinte, com ou sem peixe e uma mínima refeição: chá, pão e peixe frito. No navio, o bacalhau era preparado até às duas ou três da manhã. Às cinco ou seis horas retomavam-se as atividades. Isto, dias e dias a fio, rodeados apenas de mar e céu. Vidas duras!

Nos dias atuais, Portugal importa praticamente todo o bacalhau salgado e seco que consome. Também importa muito bacalhau verde, que é salgado e curado nas próprias indústrias portuguesas, como a Riberalves, localizada em Torres Vedras.

O hábito de comer bacalhau veio para o Brasil com os portugueses, já na época do descobrimento. Mas foi com a vinda da corte portuguesa, no início do século XIX, que este hábito alimentar começou a se difundir. Data dessa época a primeira exportação oficial de bacalhau da Noruega para o Brasil, que aconteceu em 1843.

Na edição do Jornal do Brasil de 1891 está registrado que os intelectuais da época, liderados por Machado de Assis, reuniam-se todos os domingos em restaurantes do centro do Rio de Janeiro para comer um autêntico "Bacalhau do Porto" e discutir os problemas brasileiros. Mais de um século depois, ainda são muito comuns nos restaurantes especializados estes "almoços executivos", onde a conversa sobre negócios é feita saboreando um bom bacalhau.

Durante muitos anos o bacalhau foi um alimento barato, sempre presente nas mesas das camadas populares. Era comum nas casas brasileiras o bacalhau servido às sextas-feiras, dias santos e festas familiares. Após a 2ª Guerra Mundial, com a escassez de alimentos em toda a Europa, o preço do bacalhau aumentou, restringindo o consumo popular. Ao longo dos anos foi mudando o perfil do consumidor do bacalhau, e o consumo popular do peixe se concentrou, principalmente, nas principais festas cristãs: a Páscoa e o Natal.

Atualmente, o bacalhau está totalmente incorporado à cultura culinária brasileira. Todos os bons restaurantes oferecem em sua carta o nobre pescado, e o bolinho de bacalhau é preferência nacional nos bares e botequins.

A Igreja Católica, na época da Idade Média, mantinha um rigoroso calendário, onde os cristãos deveriam obedecer os dias de jejum, excluindo de sua dieta alimentar as carnes consideradas "quentes". O bacalhau era uma comida "fria" e seu consumo era incentivado pelos comerciantes nos dias de jejum. Com isso, passou a ter forte identificação com a religiosidade e a cultura do povo.

O rigoroso calendário de jejum foi aos poucos sendo desfeito, mas a tradição do bacalhau se mantém forte nos países de língua portuguesa até os dias de hoje, principalmente no Natal e na Páscoa, as datas mais expressivas da religião católica, onde se comemoram o Nascimento e a Ressurreição de Cristo.

Estamos falando sobre a tradição do bacalhau, mas não custa nada salientar que cada um têm a sua receita predileta. O Cristiano Ronaldo prefere o "Bacalhau à Brás", cuja receita em breve estarei postando para vocês.

E você, como prefere que seja preparado o seu bacalhau? Para falar a verdade, todas as receitas são deliciosas. Agora, imagine como seria a gastronomia sem esta deliciosa iguaria!

Se você leu o Livro "À procura da felicidade", deve saber que quando tive meu insight e minha visão de futuro, vendo-me trabalhando com gastronomia até o resto de minha vida, descobrindo, portanto, meu talento, dei início a pesquisas sobre o tema e criei uma série de “Apostilas” que foram meus primeiros estudos sobre gastronomia. 

Pois bem! Este E-Book é a "Apostila Coquetéis", a qual fala, obviamente, sobre “Coquetéis”. A apostila contêm o teor original de quando foi criada por mim em meu início de carreira, incluindo a capa, que apresenta o logotipo que teria meu primeiro restaurante, mas que não foi utilizado, pois decidi mais tarde pelo nome “Dupaolo”, como descrito em meu livro.

Nesta Apostila você vai encontrar: 

Histórico e utilidade dos coquetéis;
Tipos de coquetéis;
Equipamentos necessários para preparar coquetéis;
Bebidas que podem ser utilizadas para preparar coquetéis;
Calorias das bebidas;
Decoração para o preparo de coquetéis;
Tipos de copos;
Coquetéis clássicos mais famosos;
Receita e história dos principais coquetéis oficiais.

Seja para você que deseja aprender para degustar em casa com seus amigos, ou para você que deseja se profissionalizar nesta área, este E-Book será um ótimo aliado para seu aperfeiçoamento! 


Esta série de Info-Produtos é composta pelas seguintes apostilas:

Propriedades dos Alimentos II, dando um total de treze apostilas.

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Conheça melhor o bacalhau

Conheça os peixes que são transformados em bacalhau

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